Introdução
Em primeiro lugar gostaríamos de esclarecer que o motivo que
nos leva a disponibilizar, neste material, informações básicas sobre o idioma
hebraico, não é a de formar especialistas neste idioma, senão apenas
familiarizar o visitante deste site com este idioma, de modo a despertar seu
interesse ao aprofundamento no conhecimento da verdade escritural, cujos
fundamentos são hebraicos.
O conhecimento de hebraico não é fundamental para a nossa
salvação, visto que ninguém é salvo por conhecer hebraico, mas é muito
importante, principalmente se levarmos em conta que as traduções que chegaram
até nós, seja em português ou em qualquer outro idioma, contêm corrupções
graves por tendências religiosas deste ou daquele tradutor, ou entidades
religiosas com interesses próprios.
O conhecimento do hebraico, mesmo que básico e superficial,
já nos alarga sobremodo nossos horizontes de visão para uma melhor compreensão
das escrituras, e abre os nossos olhos para enxergarmos com clareza onde e
porque podemos estar sendo enganados por distorções, ou mesmo mentiras
inseridas voluntariamente pelos que manuseiam as escrituras com intenções
indignas. Embora hajam muitos textos traduzidos erroneamente, com fortes
tendências religiosas por parte de seus tradutores, o que mais sofreu com as
traduções foram os NOMES próprios, sejam de pessoas ou de lugares. E o mais
grave de tudo isso, foram as adulterações causadas aos Nomes mais sagrados: do
Criador, de seu Filho, o Messias, e do Consolador, o Espírito da Verdade. Este
assunto está largamente explicado no tópico
Seu Nome, na página
principal.
Prossigamos então para o primeiro contato com o idioma
hebraico, lembrando sempre que nossa intenção é fornecer o básico, sem
pretensão de formar especialistas, não sendo este o propósito principal deste
site.
A primeira informação que os principiantes em hebraico
desejam é, sem dúvida, conhecer o alfabeto hebraico ou "alefbets". Os
caracteres hebraicos são, realmente, bem diferentes dos caracteres ocidentais,
mas com pouco tempo conseguimos nos acostumar com eles, quando então passam a
ser lidos sem necessidade de recorrermos a tabelas de consulta.
Você ficará surpreso de só encontrar consoantes no
"alefbets", porém mais adiante falaremos sobre isso.
Vamos então ter nosso primeiro contato com os caracteres
hebraicos.
http://yaohushua.antares.com.br/hebraico01.htm
ENTENDA POR QUÊ? PORQUE EU DOU AO FILHO O ARTIGO
DEFINIDO: "O": (ESPÍRITO ["O"] SANTO!):
Artigo (gramática)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Dá-se o nome de
artigo às palavras que se
antepõem aos substantivos para indicar se esses têm um sentido individual, já
determinado pelo discurso ou pelas circunstâncias, chamados
definidos,
ou se os substantivos não são determinados, chamados
indefinidos.
[1] [2] [3]
Por exemplo, quando se diz
o príncipe, o artigo
o indica
que o
substantivo [Nota
1] príncipe deve ser tomado em um sentido
individual, que a circunstância do Reino e da Nação, em que vive o autor da
frase, o determina.
[1]
Por outro lado, quando se diz
um príncipe é digno de
casar com uma princesa, ou
um crime tão horrendo merece a morte,
etc, o artigo
um indica que se fala, no primeiro caso, de um
indivíduo e, no segundo caso, de um crime individual, porém o sentido é vago, e
não se deseja nomear este príncipe ou este crime.
[1]
Artigo definido
São: o, a, os, as.
Artigo indefinido
São: um, uma, uns, umas.
O artigo indefinido não deve ser confundido com o
numeral um, que é usado para
expressar quantidade. Nos exemplos
um homem da corte/
uma mulher
da corte tem mais espírito e viveza que um aldeão,
um vassalo deve
obedecer ao rei,
um rei deve ser o pai de seu povo,
um
homem de juízo deve ser senhor de suas paixões,
António é um Cícero,
Cícero
é um bom orador, o artigo
um pode, em alguns casos, ser
substituído pelo artigo
o, porém nunca pela expressão
exatamente
um.
[Nota
2] [1]
Índice
Todo substantivo
[Nota
3] cujo significado é restringido, tanto pelo discurso, ou por
algum adjetivo, exceto quando forem usados determinativos especiais,
[Nota
4] deve ser precedido de um determinativo geral, ou seja, de um
artigo, utilizando-se o artigo definido para dizer que aquele nome tem um
significado individual determinado, e o artigo indefinido para indicar que,
apesar de único, seu significado é vago e indeterminado.
[1]
Exemplo:
Pedro foi tratado com honra. Neste
caso,
honra não necessita de artigo, porque a palavra está
sendo usada em seu sentido geral. Porém, quando ocorre uma restrição, ou seja,
Pedro
foi tratado com honra devida ou
Pedro foi tratado com honra
devida a seu merecimento, é preciso utilizar o artigo:
Pedro foi
tratado com a honra devida, se a honra foi determinada e
certa, ou
Pedro foi tratado com uma honra devida,
se a honra é qualquer e indeterminada.
[1]
Nenhum substantivo pode ser sujeito de qualquer oração sem
ser determinado, expressa ou implicitamente, por algum determinativo, geral ou
especial. Utiliza-se o artigo definido quando se fala de um indivíduo certo, ou
o indefinido quando se fala de um indivíduo vago.
[1]
Exemplos:
O príncipe justo, que nos governa, é
também pio e indulgente,
Um príncipe, que é justo, também deve ser
pio e indulgente.
[1]
O artigo definido
o, não modificado por gênero e
número, seguido do verbo substantivo
ser ou outro equivalente traz
à memória a oração antecedente, de qualquer gênero e número. Exemplo:
Há
verdades, que a nós não parecem, não por não o serem, mas (etc) (H.
Pinto),
Ia todos os dias ver a sepultura do seu irmão, e que o havia de
ser sua (Lobo),
As feias nem por o serem, deixam de ter partes
estimáveis. Segundo Barbosa, este uso do artigo neutro e indeclinável é
muito elegante e frequente.
[1]
O artigo definido substantiva qualquer parte da oração e
orações inteiras, para que sejam o sujeito ou objeto do discurso.
[1]
Substantiva o adjetivo: o lícito e o ilícito, o
justo e o injusto.
Substantiva o verbo, não só nas formas impessoais,
como em A natureza fez o comer para o viver, A gula faz o
comer muito para o viver pouco, mas também nas formas pessoais, como em O
gabares-te de sábio mostra seres ignorante
Substantiva as preposições: O amor não está
no por isso, mas no porque
Substantiva os advérbios: Não sabemos o
quando, o como, o quanto
Substantiva orações inteiras:
Pelo que, do
que se segue, (etc),
Nunca o que de sua natureza é bom pode perder,
ou danar-se por muito,
Nem o que é mau melhorar por pouco.
[1]
Se usado com nomes próprios, o artigo definido indica
familiaridade, mas trata-se de uso opcional, podendo também ser omitido:
"O João não veio hoje", "A Ana está sempre presente nos
encontros dominicais".
[4]
O artigo indefinido, se colocado diante de um nome próprio,
muda seu sentido para um apelativo:
Este homem é um Cícero,
João
de Barros é o livro português,
Camões é o Homero lusitano.
Neste sentido também usa-se em expressões como
os Brasis,
as
Angolas,
as Goas,
as Málacas,
os Macaus,
etc. O uso do artigo faz estes
substantivos próprios serem
transformados em substantivos comuns.
[1]
Quando o substantivo tem sentido geral. Em
O macaco
não é homem,
Onde há homens há cobiça, os substantivos
homem,
homens e
cobiça não
tem artigo, porque estão sendo usados em sentido geral e indeterminado.
[1]
Quando o substantivo vem precedido de um determinativo
especial, de qualidade ou de quantidade, que os determinam, não como indivíduo,
não precisam de artigo.
Meu pai,
Minha mãe,
Seu
pai,
Sua mãe,
Nossos pais,
Vossos avós,
Este
homem,
Aquele sujeito,
Muitos homens,
Alguns
homens,
Um/dois/três homem/homens, etc.
[1]
Algumas exceções são
mesmo e
qual,
que sempre levam artigo:
o mesmo homem,
a mesma mulher,
o
qual homem,
a qual mulher. O demonstrativo conjuntivo
que não
admite artigo exceto no gênero neutro, como em
O que de sua natureza é
bom (etc). Quando se diz
Os que,
As que, sempre se
entende como
Os homens que,
As mulheres que.
[1]
Os demonstrativos de quantidade
toda e
toda,
quando usado no sentido de
cada, não é usado com artigo:
Todo
homem,
Toda parte. Quando é um universal coletivo, usa-se
artigo:
Todos os homens,
Todas as partes. O
cardinais Dois,
Três,
Quatro,
etc, não tem artigo, exceto quando for necessário individualizar, como em
Os
dois exércitos inimigos,
As três armadas combinadas. Os
ordinais Primeiro,
Segundo,
etc, tem artigo, quando precedem aos substantivos, como em
O primeiro
século,
O segundo século, porém não tem, quando seguem o
substantivo, como em
D. João primeiro. Tirando estas exceções, os
demais adjetivos determinativos não são usados com artigo.
[1] [Nota
5]
Os nomes próprios de divindades, homens, cidades, vilas e
lugares, não tendo antes de si modificativo algum, estão determinados e
individualizados, por isto não precisam de artigo. Dizemos
Deus,
Alexandre,
Augusto,
Portugal,
Lisboa,
etc, e com eles
O bom Deus,
O grande Alexandre,
O
Imperador Augusto,
O rico Portugal,
A nobre Lisboa,
etc, porque aqui o artigo não cai sobre o nome próprio, mas sobre o adjetivo.
[1]
Em alguns casos, o uso consagrou o uso de artigo para alguns
nomes de regiões, províncias, ilhas, cidades, montes; e os nomes de rios sempre
vem com artigo. Exemplos:
A Europa,
A Ásia,
A
África,
A América,
O Brasil,
[Nota
6] O Algarve,
O Alentejo,
A
Extremadura,
A Beira,
O Minho,
A Madeira,
O
Funchal,
O Porto,
A Guarda,
O Mogadouro,
A
Golegã,
O Tejo,
O Douro,
O Mondego,
O
Guadiana, etc. Isto acontece porque estes nomes eram, inicialmente, comuns,
e foi necessário apropriá-los com artigo, ou porque há
elipse do nome comum
que os entende.
[1]
Para alguns nomes, pode-se usar o artigo ou não, como em
A
Espanha,
A França,
A Inglaterra, e
Vou para
Espanha,
Fazendas de França,
Venho de Inglaterra.
Isto também vale para os metais:
O Ouro,
A Prata,
O
Cobre,
Caixa de ouro,
Estojo de prata,
Pagar
em cobre. Usa-se também no caso de personificação:
O poder da
França, etc.
[1]